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Os dias podem começar de diversas maneiras:
- Café;
- "Bom dia";
- Bocejo;
- Ler as capas dos jornais desportivos;
- Ler o email;
- Apagar o primeiro fogo do dia (para um bombeiro sapador, não há melhor começo!)
.....
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- Ouvir choros;
- Assistir ao primeiro espectáculo de Circo;
- Presenciar um grito do Ipiranga;
Sim, fiquem espantados com os três últimos pontos que identifiquei na lista anterior porque, nestes últimos tempos, é aquilo a que eu (e outros tantos) tenho assistido. Os choros e os espectáculos de Circo foram até há pouco tempo os bilhetes de primeira fila para quem quer começar um dia a produzir e a tentar fazer com que a engrenagem não pare. Aliás, tem sido muito difícil manter a motivação num nível capaz de ignorar certas e determinadas cenas de um verdadeiro filme de Alfred Hitchcock, nos quais o suspense é o tema principal.
Todavia, toda esta bola de neve chegou a um ponto em que um
Sim, o Grito do Ipiranga foi a última fornada de uma fábrica que nos surpreende a cada dia que passa.
Agora peço que reflitam sobre isto:
- Será que o grito do Ipiranga nesta fábrica terá o mesmo efeito que o grito do Ipiranga no Brasil? Eu acho que não, pois em vez de um Lula temos um Polvo à frente do leme...
E mais não digo.
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